Capa do álbum Revoluções por Minuto de RPM
Contracapa de Revoluções por Minuto

Página do Álbum

RPM

Revoluções por Minuto

1985 🎙️ Destaque no Sonora
M
Recomendado por @malu
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Por que recomendar isso

Nostalgia & Pertencimento

A música como máquina do tempo. Recomenda para reviver um período, um sentimento ou uma geração. O afeto vem do reconhecimento e da memória compartilhada.

Faixas

  1. Aqui está a estrutura resumida para o álbum RPM – Revoluções por Minuto (1985):
  2. Tracklist
  3. Rádio Pirata
  4. Olhar 43
  5. A Cruz e a Espada
  6. Estação no Inferno
  7. A Fúria do Sexo Frágil Contra o Dragão da Maldade
  8. Louras Geladas
  9. Liberdade / Guerra Fria
  10. Sob a Luz do Sol
  11. Revoluções por Minuto (faixa-título)
  12. Juvenília (em algumas edições ou faixas bônus)

História do álbum

Lançado em maio de 1985 pela Epic/CBS, é o álbum de estreia do RPM. Formada em 1983 por Paulo Ricardo (voz e baixo), Luiz Schiavon (teclados) e Fernando Deluqui (guitarra), a banda ganhou o baterista Paulo Pagni (P.A.) durante as gravações. O disco explodiu comercialmente, vendeu cerca de 600 mil cópias e transformou o quarteto em um dos maiores fenômenos do rock brasileiro dos anos 80, com shows lotados e histeria de fãs.

Composição & produção

A maioria das faixas foi composta por Paulo Ricardo e Luiz Schiavon, com algumas colaborações de Fernando Deluqui. O som traz forte influência da new wave e rock europeu (como The Smiths e Eurythmics), com teclados marcantes, guitarras dançantes e produção moderna. Produzido por Luiz Carlos Maluly, que deu um brilho internacional ao som brasileiro.

Significado

O álbum captura o espírito urbano, inquieto e revolucionário da juventude brasileira no final da ditadura militar. Mistura crítica social, desejo, liberdade, ressaca emocional e o caos da vida moderna. Representa a transição política do país com energia new wave, rock e sintetizadores, falando de rádio pirata, guerra fria, fé, sexo e juventude perdida.

Curiosidades

A faixa-título “Revoluções por Minuto” foi censurada pela ditadura por causa do verso “aqui na esquina cheiram cola”. Mesmo assim, virou hit. O álbum tem duas faixas que já haviam saído em EP em 1984 (“Louras Geladas” e a faixa-título), e a capa foi feita com fósforos queimados, simbolizando algo “inflamável” como a banda.

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