Capa do álbum Edison Machado & Boa Nova de Edison Machado

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Edison Machado

Edison Machado & Boa Nova

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m dos bateristas mais inovadores da música brasileira, músico carioca de contribuição importante para a bossa nova por ter levado o ritmo do samba no prato da bateria, em movimento pioneiro, Edison Machado (31 de janeiro de 1934 – 15 de setembro de 1990) é revivido com a edição em 28 de março de álbum inédito, Edison Machado & Boa Nova, gravado em 1978 em Nova York (EUA), mas nunca lançado. Com 11 músicas captadas entre janeiro e março de 1978, com produção de Jack Tafoya. o disco Edison Machado & Boa Nova sai pelo selo inglês Far Out Recordings em edição digital e nos formatos de LP duplo e CD. Alessandro Renaldin assina a arte da capa.

@wolf recomendou este álbum em 30/11/-0001

Faixas

  1. Porto Feliz (Mozar Terra) – 6:19/6:20
  2. Janeiro (Ion Muniz) – 8:47/8:48
  3. Serena (Steve Sacks) – 6:46
  4. A Chegada (Dom Salvador) – 6:18
  5. Para Ana (Ricardo dos Santos) – 7:11
  6. Pra Nova (Aloisio Aguiar) – 4:01
  7. Constelação (Alfredo Cardim) – 4:48/4:49
  8. Ascensão (Mozar Terra) – 4:43/4:44
  9. Clodes (Alfredo Nascimento) – 9:26
  10. Naquela Base (Guilherme Vergueiro) – 3:49
  11. Atlantico (Ricardo dos Santos) – 17:39 (faixa mais longa, quase 18 minutos)

História do álbum

Gravado em Nova York entre janeiro e março de 1978, com o sexteto Boa Nova formado por Edison Machado (bateria) junto a músicos brasileiros e americanos. Era uma fase em que Machado, pioneiro do samba-jazz e baterista influente no Brasil, estava morando nos EUA. O material foi registrado, mas ficou perdido por mais de 40 anos. Só foi lançado em 2025 pelo selo Far Out Recordings (UK), tornando-se uma descoberta histórica do jazz brasileiro dos anos 70. É um dos raros álbuns duplos de jazz brasileiro daquela época.

Composição & produção

Mistura equilibrada entre composições originais dos membros da banda e peças de mestres brasileiros (como Dom Salvador, Guilherme Vergueiro e Aloisio Aguiar).

Curiosidades

É um álbum duplo de quase 80 minutos — raridade no cânone do jazz brasileiro dos anos 70.

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