João Fábio

João Fábio

@joaofabio

"Jornalista, apresentador do Podcast Cultura Eclética , gosto de ler livros revistas crônicas etc, tenho um gosto musical muito variado e adoro filmes, curto um teatro tbm nesta plataforma desejo conhecer coisas novas e diferente e da mesma forma contribuir com minhas indicações."

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O Jogo do Predador
filme
O Jogo do Predador
**O Jogo do Predador** é um suspense psicológico visceral que desafia a moralidade e prende o espectador em uma atmosfera de tensão sufocante. Como crítico, considero a obra um exercício magistral de roteiro, fugindo de clichês e focando na paranoia humana sob pressão extrema. Recomendo fortemente a quem busca um filme inteligente, com reviravoltas genuínas e atuações impactantes. É uma experiência obrigatória que transforma a sobrevivência em um debate profundo, garantindo que você fique pensando na história muito tempo depois dos créditos subirem.
filme
O Poder e a Lei
série
O Poder e a Lei
Assistir O Poder e a Lei me faz mergulhar em um jogo inteligente onde nada é tão simples quanto parece. Eu me vejo preso na forma como a justiça é manipulada, e como a linha entre certo e errado se torna quase invisível. O que mais me impacta é acompanhar Mickey Haller, um advogado que joga com as regras, mas nunca deixa de ter um código próprio. Eu termino o filme refletindo sobre ética, poder e escolhas — é daqueles que não só entretém, mas provoca.
série
Chaka Khan - Chaka
álbum
Chaka Khan - Chaka
Peço licença aos desenvolvedores desta plataforma e a todos os curadores e usuários, pois com a indicação desse álbum desejo homenagear ao meu amigo e irmão Ivan santos, que tem dedicado sua vida ao estudo a pesquisa e o ensino da musica, Professor Ivan, sabemos que vidas foram transformadas através da sua influencia e bom gosto musical incluindo a minha, como seu amigo sei do seu amor por Chaka Klan, por essa razão dedico este álbum a vc e a todos os amantes de uma boa musica, quanto a Chaka não ousarei a comentar pois o que é perfeito apenas compartilho, abraços gratidão por tudo meu jovem amigo!,
álbum
Pai rico pai pobre
livro
Pai rico pai pobre
Quando a gente lê Pai Rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki, a sensação é de levar um choque de realidade sobre dinheiro — principalmente pra quem cresceu ouvindo que o caminho seguro é estudar, conseguir um bom emprego e trabalhar a vida toda. O autor constrói a narrativa comparando dois modelos de pensamento: o “pai pobre”, mais tradicional e focado na segurança, e o “pai rico”, que enxerga o dinheiro como ferramenta de liberdade. Essa dualidade é o coração do livro e faz a gente refletir sobre crenças que muitas vezes nem percebe que carrega. O ponto mais forte, na minha visão, é quando ele quebra o mito de que ganhar mais resolve tudo. Kiyosaki insiste que o essencial é educação financeira — algo que não aprendemos na escola — e apresenta conceitos simples, mas poderosos, como a diferença entre ativos e passivos. Ele mostra que enriquecer não tem tanto a ver com quanto você ganha, mas com o quanto você consegue manter e fazer crescer. Isso muda completamente o jeito de pensar sobre trabalho, investimento e até consumo. Por outro lado, é um livro que não entra muito em detalhes práticos ou técnicos. Em alguns momentos, parece mais motivacional do que aplicável, o que pode frustrar quem busca um “passo a passo”. Ainda assim, o valor dele está na mentalidade que provoca: depois da leitura, dificilmente você olha para o dinheiro da mesma forma. Eu diria que é quase um ponto de virada — não porque ele ensina tudo, mas porque abre a porta pra você querer aprender mais e assumir o controle da própria vida financeira.
livro

Maior impacto 🔥

Coração Delator
Coração Delator
Esse filme, mostra a importância da doação de órgãos, muito emocionante.
20
filme
O Poder e a Lei
O Poder e a Lei
Assistir O Poder e a Lei me faz mergulhar em um jogo inteligente onde nada é tão simples quanto parece. Eu me vejo preso na forma como a justiça é manipulada, e como a linha entre certo e errado se torna quase invisível. O que mais me impacta é acompanhar Mickey Haller, um advogado que joga com as regras, mas nunca deixa de ter um código próprio. Eu termino o filme refletindo sobre ética, poder e escolhas — é daqueles que não só entretém, mas provoca.
2
série
Olodum - Filhos do Sol
Olodum - Filhos do Sol
Que a musica baiana é ampla e rica na sua musicalidade isso já não é mais novidade, hoje quero apresentar o álbum Olodum filhos do sol esse álbum considero muito especial pois alem de ter elementos do afro reggae ainda traz em suas canções o lado poético e lírico suavizando a ideia de protesto e manifesto que o Olodum traz em suas mensagens, lembro que no ensino fundamental a caminho do colégio Raphael Serravalle dezenas de jovens faziam coros com essas canções era muito lindo, momentos esses que guardo no mais íntimo das minhas memórias.
2
álbum
Antes que o café esfrie
Antes que o café esfrie
O livro aborda de como devemos aproveitar as oportunidades de fazer algo novo ou diferente ou tomar uma decisão de forma diferente, mesmo que tenhamos que voltar ao passado por apenas alguns poucos minutos.
3
livro

Álbuns 🎵

Olodum - Filhos do Sol
Olodum - Filhos do Sol
Que a musica baiana é ampla e rica na sua musicalidade isso já não é mais novidade, hoje quero apresentar o álbum Olodum filhos do sol esse álbum considero muito especial pois alem de ter elementos do afro reggae ainda traz em suas canções o lado poético e lírico suavizando a ideia de protesto e manifesto que o Olodum traz em suas mensagens, lembro que no ensino fundamental a caminho do colégio Raphael Serravalle dezenas de jovens faziam coros com essas canções era muito lindo, momentos esses que guardo no mais íntimo das minhas memórias.
Chaka Khan - Chaka
Chaka Khan - Chaka
Peço licença aos desenvolvedores desta plataforma e a todos os curadores e usuários, pois com a indicação desse álbum desejo homenagear ao meu amigo e irmão Ivan santos, que tem dedicado sua vida ao estudo a pesquisa e o ensino da musica, Professor Ivan, sabemos que vidas foram transformadas através da sua influencia e bom gosto musical incluindo a minha, como seu amigo sei do seu amor por Chaka Klan, por essa razão dedico este álbum a vc e a todos os amantes de uma boa musica, quanto a Chaka não ousarei a comentar pois o que é perfeito apenas compartilho, abraços gratidão por tudo meu jovem amigo!,

Filmes 🎬

O Jogo do Predador
O Jogo do Predador
**O Jogo do Predador** é um suspense psicológico visceral que desafia a moralidade e prende o espectador em uma atmosfera de tensão sufocante. Como crítico, considero a obra um exercício magistral de roteiro, fugindo de clichês e focando na paranoia humana sob pressão extrema. Recomendo fortemente a quem busca um filme inteligente, com reviravoltas genuínas e atuações impactantes. É uma experiência obrigatória que transforma a sobrevivência em um debate profundo, garantindo que você fique pensando na história muito tempo depois dos créditos subirem.
Adele: One Night Only
Adele: One Night Only
Adele: One Night Only é mais do que um simples show — é uma experiência íntima, elegante e emocionalmente carregada. Nesse especial, Adele entrega uma performance poderosa, revisitando seus maiores sucessos e apresentando novas músicas com uma maturidade artística impressionante. O cenário, gravado no icônico Griffith Observatory, contribui para uma atmosfera quase cinematográfica, combinando sofisticação com vulnerabilidade. Entre uma música e outra, a cantora também se abre em uma conversa franca com Oprah Winfrey, abordando temas como divórcio, maternidade e recomeços — o que torna tudo ainda mais humano e próximo. O grande destaque fica para a forma como Adele conecta emoção e técnica vocal. Canções como Easy On Me ganham ainda mais peso ao vivo, mostrando uma artista segura, mas também sensível às próprias dores. É impossível não se envolver. No geral, Adele: One Night Only é altamente recomendável para quem aprecia música de qualidade, boas histórias e apresentações que vão além do entretenimento — é sobre sentir, refletir e se reconectar.
Um Senhor Estagiário
Um Senhor Estagiário
O filme Um Senhor Estagiário me faz refletir, de forma sensível, sobre recomeços e propósito. Ao acompanhar Ben, interpretado por Robert De Niro, eu sinto admiração por sua serenidade e coragem em se reinventar mesmo após a aposentadoria, mostrando que nunca é tarde para encontrar sentido na vida. Ao lado de Jules, vivida por Anne Hathaway, percebo o contraste entre experiência e urgência, o que me leva a pensar sobre equilíbrio e pressão no mundo moderno. No fim, eu sinto que o filme me acolhe e me ensina, de forma simples e tocante, o valor da empatia e das conexões humanas.
O Diabo Veste Prada
O Diabo Veste Prada
Se tem dois filmes que mostram como ambição, estilo e poder podem moldar uma pessoa, são O Diabo Veste Prada e Cruella — e olha, a comparação entre eles é quase inevitável. Em O Diabo Veste Prada, eu sinto que a gente acompanha uma transformação silenciosa, quase perigosa. A personagem da Anne Hathaway começa inocente, meio perdida naquele universo da moda, mas aos poucos vai se moldando para caber nele. E aí entra a força absurda da Meryl Streep, que interpreta uma chefe fria, poderosa e extremamente exigente. O filme, pra mim, não é só sobre moda — é sobre o preço do sucesso. Até que ponto vale a pena se perder pra chegar onde se quer? Já em Cruella, estrelado por Emma Stone, a transformação é muito mais explosiva, quase como uma libertação. Diferente da Andy, que vai sendo engolida pelo sistema, a Cruella abraça o caos, a rebeldia e constrói sua identidade a partir disso. Aqui, o mundo da moda também é cruel, mas vira palco de guerra, de ego e de afirmação pessoal. A estética é mais exagerada, mais artística — e isso combina com a personalidade da personagem. Comparando os dois, eu vejo que O Diabo Veste Prada é mais realista e até um pouco assustador, porque mostra como a gente pode mudar sem perceber. Já Cruella é mais simbólico, mais estilizado, quase como um grito de independência. Enquanto um alerta sobre se adaptar demais, o outro quase celebra ser diferente, mesmo que isso tenha um custo alto. No fim das contas, os dois filmes falam sobre identidade — só que por caminhos opostos. Um mostra o risco de se perder, o outro mostra o perigo (e o poder) de se encontrar de um jeito intenso demais. E é isso que faz os dois funcionarem tão bem juntos nessa comparação.
Cruella
Cruella
Quando assisto Cruella, não consigo enxergar apenas mais uma releitura da clássica vilã da 101 Dálmatas. Pra mim, é um filme que mergulha fundo na construção de identidade, mostrando que ninguém nasce vilão — a gente vai sendo moldado pelas dores, perdas e escolhas ao longo do caminho. A Estella, antes de se tornar Cruella, carrega uma mistura de talento, rebeldia e uma necessidade quase desesperada de pertencimento. E é isso que me prende: eu não vejo só uma personagem, eu me vejo questionando até que ponto o mundo empurra alguém para se tornar aquilo que ele mais teme. A atuação da Emma Stone é simplesmente magnética. Ela consegue ser carismática e perturbadora ao mesmo tempo, criando uma Cruella que não pede desculpas por existir. E quando ela divide cena com a Emma Thompson, o filme ganha uma tensão deliciosa — é quase um duelo de egos, talento e poder. A Baronesa não é só uma vilã, ela é o reflexo cruel do que a própria Cruella pode se tornar. Outro ponto que me pega muito é a estética. O filme respira moda, atitude e provocação. Cada figurino não é só bonito — ele é uma declaração de guerra. A trilha sonora então… parece que conversa diretamente com o caos interno da personagem, dando ritmo à sua transformação. Tudo isso cria uma atmosfera onde o exagero não incomoda, pelo contrário, ele faz sentido. No fim das contas, “Cruella” me faz sair com uma sensação estranha, mas boa: eu não torço exatamente pelo “bem”, eu torço pela autenticidade. É como se o filme dissesse que abraçar quem você é — mesmo que isso assuste — pode ser libertador. E talvez seja isso que torna essa história tão envolvente: ela não tenta me convencer de que a Cruella é inocente, mas me faz entender perfeitamente por que ela escolheu ser quem é.
Milton Bituca Nascimento
Milton Bituca Nascimento
O documentário Bituca: Milton Nascimento é uma obra emocionante que mergulha na vida e na trajetória de um dos maiores nomes da música brasileira, o lendário Milton Nascimento. Mais do que contar fatos da carreira, o filme revela a alma de “Bituca”, apelido carinhoso que acompanha o artista desde a infância, mostrando sua sensibilidade, suas origens e a forma como transformou dor e beleza em arte. O documentário passeia por momentos marcantes da carreira, incluindo parcerias históricas com nomes do Clube da Esquina e sua influência dentro e fora do Brasil. A narrativa também aborda questões sociais, como racismo, desigualdade e identidade, que sempre estiveram presentes, direta ou indiretamente, em sua obra. Tudo isso é costurado com imagens de arquivo, bastidores e depoimentos que dão ainda mais profundidade à história. No fim, é impossível sair ileso: o filme não só celebra a genialidade de Milton, mas também provoca reflexão sobre o poder da música como ferramenta de transformação. É aquele tipo de documentário que não apenas informa — ele toca, emociona e fica com a gente por muito tempo.

Livros 📚

Pai rico pai pobre
Pai rico pai pobre
Quando a gente lê Pai Rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki, a sensação é de levar um choque de realidade sobre dinheiro — principalmente pra quem cresceu ouvindo que o caminho seguro é estudar, conseguir um bom emprego e trabalhar a vida toda. O autor constrói a narrativa comparando dois modelos de pensamento: o “pai pobre”, mais tradicional e focado na segurança, e o “pai rico”, que enxerga o dinheiro como ferramenta de liberdade. Essa dualidade é o coração do livro e faz a gente refletir sobre crenças que muitas vezes nem percebe que carrega. O ponto mais forte, na minha visão, é quando ele quebra o mito de que ganhar mais resolve tudo. Kiyosaki insiste que o essencial é educação financeira — algo que não aprendemos na escola — e apresenta conceitos simples, mas poderosos, como a diferença entre ativos e passivos. Ele mostra que enriquecer não tem tanto a ver com quanto você ganha, mas com o quanto você consegue manter e fazer crescer. Isso muda completamente o jeito de pensar sobre trabalho, investimento e até consumo. Por outro lado, é um livro que não entra muito em detalhes práticos ou técnicos. Em alguns momentos, parece mais motivacional do que aplicável, o que pode frustrar quem busca um “passo a passo”. Ainda assim, o valor dele está na mentalidade que provoca: depois da leitura, dificilmente você olha para o dinheiro da mesma forma. Eu diria que é quase um ponto de virada — não porque ele ensina tudo, mas porque abre a porta pra você querer aprender mais e assumir o controle da própria vida financeira.
Las venas abiertas de América Latina
Las venas abiertas de América Latina
As Veias Abertas da América Latina é uma obra intensa e crítica em que Eduardo Galeano expõe, de forma quase poética e ao mesmo tempo documental, como a América Latina foi historicamente explorada por potências estrangeiras. O autor constrói sua visão mostrando que a riqueza natural do continente sempre esteve ligada à sua pobreza estrutural, resultado de séculos de colonização e dependência econômica. A leitura carrega um tom de denúncia e indignação, revelando um olhar engajado e político. Galeano não apenas narra fatos históricos, mas também provoca reflexão sobre as consequências desse passado no presente, defendendo a ideia de que o subdesenvolvimento latino-americano não é acaso, mas sim parte de um sistema construído ao longo da história.
Eu sei porque as borboletas voam Vanda Saraiva
Eu sei porque as borboletas voam Vanda Saraiva
O livro “Eu Sei Por Que as Borboletas Voam”, de Vanda Saraiva, é uma obra que nos conduz por uma jornada sensível de autoconhecimento, superação e ressignificação da dor. Ao longo da narrativa, percebo que a autora constrói um caminho muito íntimo, quase como um diálogo direto com o leitor, explorando emoções profundas e situações que refletem desafios reais da vida. A linguagem é acessível, mas carregada de significado, o que torna a leitura envolvente e reflexiva ao mesmo tempo. A ideia central do livro gira em torno da transformação — assim como a borboleta passa por um processo até ganhar asas, nós também enfrentamos fases difíceis que nos moldam e nos fortalecem. Sinto que a autora segue uma linha de raciocínio baseada no desenvolvimento emocional e espiritual, mostrando que a dor não é o fim, mas parte essencial do crescimento. Há um forte apelo à esperança e à capacidade de recomeçar, mesmo diante das adversidades. O que mais me chama atenção é a forma como a obra consegue equilibrar sensibilidade e motivação, sem cair em clichês. A mensagem transmitida é clara: todos nós temos a capacidade de “voar”, desde que enfrentemos nossos próprios processos internos. Por isso, considero o livro uma leitura inspiradora, especialmente para quem busca sentido, força e renovação em momentos desafiadores da vida.
O canto desta cidade
O canto desta cidade
Ao mergulhar na leitura de O canto da cidade, do jornalista Luciano Matos, percebemos que não se trata apenas de um livro sobre música, mas de um verdadeiro registro histórico-cultural. Publicado pela Edições Sesc SP em 2023, com cerca de 212 páginas, o livro parte de um episódio marcante — um show de Daniela Mercury em 1992 — para construir uma narrativa que vai muito além do disco e da artista. Ao longo da obra, percebemos que minha leitura acompanha o próprio raciocínio do autor: ele não se limita a contar a história de um álbum, mas reconstrói todo um contexto cultural que permitiu o surgimento da axé music. Ele adota uma linha de raciocínio investigativa e jornalística, quase documental, ao resgatar as raízes afro-baianas, passando por blocos como Ilê Aiyê e Olodum, até chegar ao impacto nacional da obra. Nesse sentido, o livro assume um caráter de reportagem aprofundada, sustentada por entrevistas e fatos históricos, revelando como aquele movimento musical já existia antes mesmo de ganhar visibilidade. Percebemos também que o autor conduz a narrativa progressivamente: ele começa com um acontecimento emblemático, volta ao passado para explicar suas origens e, então, retorna ao presente para mostrar suas consequências. Essa estrutura reforça a ideia central do livro — a de que o sucesso de O canto da cidade não foi um acaso, mas o resultado de um processo cultural, social e musical profundamente enraizado na Bahia. Ao final da leitura, sentimos que ele entrega mais do que uma biografia musical: ele constrói um retrato da identidade brasileira através da música. Tenho a convicção de que é uma obra indispensável para quem deseja compreender não somente a trajetória de Daniela Mercury, mas também a influência da cultura afro-brasileira na formação da música popular. Por isso, minha indicação é clara: é um livro indispensável para amantes da música, estudantes de comunicação e todos aqueles que
Monge e O Executivo
Monge e O Executivo
Eu recomendo fortemente a leitura de O Monge e o Executivo, de James C. Hunter, porque é um daqueles livros que mudam a forma como a gente enxerga liderança, sucesso e relações humanas. A obra traz ensinamentos profundos por meio de uma narrativa simples e envolvente, mostrando que liderar não é mandar, mas servir e influenciar pelo exemplo. Para mim, o maior impacto está na maneira prática e reflexiva com que o autor apresenta valores como disciplina, empatia e responsabilidade — conceitos que servem tanto para a vida profissional quanto pessoal. Se você busca crescimento, maturidade emocional e uma nova mentalidade sobre liderança, essa leitura não é só recomendada, é essencial.
Quem mexeu no meu queijo? 2004
Quem mexeu no meu queijo? 2004
Sempre quando estou passando por alguma situação adversas eu leio o livro Quem mexeu no meu Queijo de Spencer Johnson, a narrativa é uma parábola que ocorre em um labirinto aonde quatro imaginários personagens ( Sniff, Scurry, Hem e Haw) correm em busca de queijo . Uma leitura rápida e dinâmica porém com lições surpreendentes, embarque nessa aventura e descubra Quem mexeu no seu Queijo. ,

Séries 📺

O Poder e a Lei
O Poder e a Lei
Assistir O Poder e a Lei me faz mergulhar em um jogo inteligente onde nada é tão simples quanto parece. Eu me vejo preso na forma como a justiça é manipulada, e como a linha entre certo e errado se torna quase invisível. O que mais me impacta é acompanhar Mickey Haller, um advogado que joga com as regras, mas nunca deixa de ter um código próprio. Eu termino o filme refletindo sobre ética, poder e escolhas — é daqueles que não só entretém, mas provoca.